As estratégias das equipes do governador tucano Beto Richa para justificar o seu massacre contra os professores do Paraná

  Foto: juntos.org.br

 

Na nossa história, várias mentiras foram contadas como sendo verdades, algumas delas foram descobertas posteriormente, outras perduram até hoje. Outras já completaram mais de dois milênios de existência, sem serem ainda totalmente desmascaradas.

Com a internet, as mentiras, os engôdos, as farsas se espalham de forma gigantesca. Mentiras criadas em um determinado país, são traduzidas e adaptadas para a língua e os costumes locais de um outro país. Assim que, boatos estrangeiros são acreditados como “verdades” nacionais. Até que caia a farsa.

Toda mentira necessita de um meio (rápido, é o ideal) de propagação e de inocentes úteis e de pessoas estratégicas para poder espalhá-la. Robôs virtuais também podem ser usados nesta tarefa.

A farsa começa a ser montada

Um dia antes do ato bárbaro contra os professores paranaenses, a polícia do Paraná já divulgava nota sobre a convocação de black blocs para as manifestações.

Mas de acordo com Hermes Silva Leão, presidente da APP-Sindicato, ao que tudo indica até dia 28/04, um dia antes do massacre, os professores não estariam utilizando nenhum tipo de tática e que não haviam black blocs infiltrados. “Isso faz parte da guerra de comunicação travada pelo governo”, disse. “Não estou vendo ninguém mascarado ao meu lado. A atual direção da Sesp pratica uma política de disseminação de medo.”

No dia do massacre surgem os black blocs

Como num passe de mágica os black blocs surgiram para tentar querer justificar as ações truculentas da PM do Paraná, como bem mostra esta fala do governador Beto Richa (PSDB) “O radicalismo e a irracionalidade de pessoas mascaradas e armadas com pedras, bombas de artifício, paus e barras de ferro, utilizados contra os policiais, são responsáveis diretos pelo confronto”

No vídeo abaixo, totalmente sugestivo e manipulado, nos 59 segundos é mostrado um policial todo sujo de tinta, como se estivesse ferido, de acordo com a voz que narra a reportagem.

Outro policial ferido?

Este outro policial que parece que estava disfarçado de pantera-cor-de-rosa dá a entender, através desta selfie, que estaria também todo ferido. Mas de sangue rosa. O que acabou fazendo-o virar uma piada na internet.

A entrevista que não deu certo

Novamente numa tentativa de encobrir a verdade dos fatos, o governador tucano arranja uma entrevista maquiada, para tudo sair como manda o figurino.

Quem quiser assistir na integra a entrevista maquiada basta clicar aqui.

Mas o tiro saiu pela culatra, ou se preferir, o tirou acertou o próprio pé do governador, pois ele não esperava que uma parte [não editada] da entrevista, fosse vazar para a internet. O que fez cair a farsa desta entrevista, como todos podem observar no vídeo abaixo:

Mas afinal quem são os black blocs?

Os black blocs podem ser qualquer pessoa. Podem ser políticos disfarçados, assim como podem ser também policiais disfarçados para minarem os protestos pacíficos dos professores.

Aliás essa é uma tática muito utilizada pela polícia americana, como vocês podem ver nas imagens abaixo:

Ou aqui:

A matéria completa sobre estes policiais infiltrados vocês podem ver aqui.

E para terminar de desconstruir toda essa farsa em torno do governador tucano Beto Richa, na foto abaixo temos os assessores do governador disfarçando-se de professores, com cartazes, é claro, elogiando o governador.

Saiba mais quem são estes assessores de Beto Richa clicando aqui.

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